Não seja um Bin Laden para os EUA

Título chamativo não ? HAHAHA, mas não vai entrar nem um pouco de acontecimentos históricos nesse post ( no finalzinho do post eu explico o porquê do título). Costumo por assuntos cotidianos no blog, então o acontecimento de hoje não poderia passar em branco por mim ( jamais ! Haha). O professor de sociologia havia passado um trabalho sobre “Imaginação sociológica”, já ouviram falar ? Com certeza sim. É quando você escolhe um assunto QUALQUER e decide ver a história e a ligação dele com os dias de hoje. Meu trabalho falava sobre o Arroz ( hmm, pensar nesse trabalho dá uma fome, hehe), e hoje ( dia de uma pré-entrega para o professor), uma menina me questionou: “ARROZ ? POR QUE ARROZ ? Nossa, o que você escreveu sobre ele ?”, como se fosse um grande absurdo, o que me causou uma tremenda irritação (mas na hora fui super calma e lancei uma das minhas piadinhas: “porque eu estava com fome” e dei um sorriso forçado).

E tudo isso me fez lembrar como as pessoas desprezam ações simples ou objetos simples. Me fez pensar em como é difícil achar alguém que não seja esnobe, daquele tipinho que fala “Comprei um iPhone 5s e você aí com seu Windows Phone”, “Ontem estudei o dia inteiro e fiz todos os deveres”. Meu amor, não precisa se sentir melhor por estudar, isso é sua obrigação e irá mudar apenas a sua vida, então contar aos demais não fará diferença. Comprar um iPhone não é status, qualquer um pode parcelar no cartão. Não vou ser hipócrita em dizer que nunca me “senti” por ter comprado um iPod, mas não foi com os “outros” e sim com meus primos/ e amigos muuuuuuito chegados, e não foi nem um ato esnobe (pra mim), porque sempre foi brincadeira nossa (até porquê na escola eu super escondo, só levo mesmo porque não sobrevivo sem gravar as aulas, haha).

O título alerta que ao praticar ações ruins, você sofrerá consequências (e possivelmente acabará se tornando um “Bin Laden para os EUA”, ou seja, inimizades surgiram). Se essa menina se tornará o “meu Bin Laden” ? Hm, não sei, mas consequências ela verá (vou matar ela não gente, só vou fazer trabalhos ainda melhores sobre os assuntos simples que gosto).

~> Só pra manter o blog cultural: No livro do sociólogo Giddens Mills, ele usa o café (ou seja, um produto simples) como exemplo para explicar a imaginação sociológica (lembrando que o autor foi responsável pela “criação” dessa nova forma de ver o mundo).

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Vida de leitor

Depois de praticamente 2 dias sem postar (porque né, volta às aulas, professor já dando matéria nova, tá tenso o negócio). Deixando as explicações de lado (me sinto mal se não der nenhuma), vamos entender o porquê desse título ~tambores~. Antes de criar um blog, eu lia vários outros (e ainda leio) e sempre ficava indignada caso não houve nenhum post novo, agora que virei blogueira (hehe), vejo que é bem difícil estar sempre atualizando e não é sempre que você tem novas ideias ou inspiração para escrever.

Fiz o post para vocês também saberem que me revolto bastante quando vejo a mesma matéria no blog, ou até mesmo quando a matéria não me interessa muito. Maaaas é a vida, e também dificilmente você achará uma pessoa que te agrade em todos os assuntos.

~> Vou tentar manter o blog sempre atualizado, inclusive vou estrear uma nova categoria no blog… Fiquem ligados ! hahaha.

Conhecendo novas pessoas

Nessa volta às aulas ~crying~, esse assunto não poderia faltar, porque nem sempre podemos continuar nos mesmos colégios, e nem sempre nossos amigos podem ir conosco, ou seja, você acaba só. Ano passado foi minha vez de sentir na pele como é ser uma aluna nova, depois de anos estudando sempre com as mesmas pessoas, acabei “esquecendo” como me socializar com outras. Vou confessar a vocês, eu não sou e nunca fui a pessoa mais sociável do mundo, e nem a mais meiga, então pra conseguir quebrar a barreira do “julgar pela aparência” é bem difícil, porque eu sei que é errado, maaaas continuo não gostando de pessoas só de olhar pra elas (pode isso produção ? A suja falando do mal lavado). Mas enfim, senti como é ver todos formando grupos e eu ficando ali no canto, de lado. Fiquei bem triste durante todo o primeiro mês de aulas, mas depois os professores marcaram vááááários trabalhos em grupo, ou seja, fui “convidada” para participar de alguns grupos e foi assim que conheci minhas amigas.

A moral dessa história é que não se desespere caso não faça amizade no primeiro ou nos primeiros dias. Lembre-se de ser sempre você mesmo, porque por mais que você seja tímido, alguém sempre vai se identificar com você. Sejam pessoas da sua turma ou não.

~> Aproveitando que o assunto é escola. Eu fiz uma wishlist com alguns all star e acabou que comprei um que não tava na lista… ALL STAR DO BATMAN !!! :)

Brinquedos X Livros

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Boa tarde pessoas ! Hoje venho compartilhar uma experiência triste e um pensamento. Bom, tudo começou quando estava passando um comercial do mc donalds e eu ouvi a palavra “livro”, automaticamente fui ao site da rede de fast food ver se o que estava pensando era verdade, e era. Eles estão com uma campanha para  incentivar a leitura (finalmente algo de bom), só que tem um “errinho”, a criança escolhe se quer um brinquedo ou um livro, ou seja, quando fui comprar o meu, a caixa logo disse “só temos os livros”, eu já imaginava, mas fiquei super triste em saber que os pais não incentivam os filhos a lerem, eles já estão mandando mal por darem comidas de fast food para os filhos, e ainda por cima não os apoiam a ler. Tomara que no futuro isso se inverta.

Aproveitando o embalo da coisa, vou mostrar os dois livrinhos que escolhi <3

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No final das histórias, você encontra perguntinhas de interpretação

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E não é só isso, cada livro tem sua própria cartela de adesivo <33

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Se fiquei com vontade de terminar a coleção ? Aham, mas não posso ficar comendo besteiras todo santo dia #crying

Beleza padrão

Esse é assunto já foi retratado por vários blogs, sites, vídeos, enfim, vários meios de comunicação. Quase sempre as pessoas dizem que ninguém deve ter vergonha do próprio corpo, que gordinhas também são bonitas e muitas outras coisas. Talvez pessoas maduras tenham pensamentos assim, mas se alguém for nas escolas, notará que nem sempre é assim. As amigas magras são sempre as primeiras a desencalhar. Porque por mais que passem os séculos, as pessoas vão sempre julgar as outras pela aparência, talvez seja por isso que muitos amigos viram casais, porque se conhecem por dentro e não se importam muito com o “eu” de fora.

~> Um julgamento errado pode gerar consequências…

Coitadistas contra a autopiedade

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Maria Lúcia tomava doze medicamentos entre tranquilizantes e antidepressivos quando a atendi pela primeira vez. Estava doente há dez anos. Era depressiva, solitária, negativista, insociável. A cada dez palavras que proferia, nove eram para reclamar da vida. Não saía de casa nos últimos anos. Era professora, mas não exercia a profissão. Considerava-se imprestável para estar à frente de uma classe. Seu marido não ganhava o suficiente para suprir as necessidades da casa. Considerava seu marido um fraco; ele se calava porque dependia do pai dela para completar o orçamento familiar. Eram cúmplices de sua miséria sem terem consciência plena disso.

O pai ia diariamente cuidar da filha. Ele a elogiava, a levava aos médicos, acariciava, valorizava, aconselhava, mas Maria Lúcia não reagia. Nenhum medicamento fazia efeito. Diariamente dizia que estava passando mal, que sua vida não tinha sentido. Às vezes, tinha crises dramáticas em que batia a cabeça na parede. Seu pai era chamado às pressas para socorrê-la.

No início do tratamento, estimulei-a a sair da platéia, a entrar no palco e dirigir o roteiro da sua vida. Mas ela preferia ser uma atriz figurante. A prática do coitadismo a impedia de decifrar seu potencial intelectual. Tinha medo de ser ela mesma. Se melhorasse, quem dela teria piedade ? Como poderia sugar a energia dos seus filhos, marido e, em especial, do seu pai ?

Sim, ela estava realmente doente, não estava simulando, mas não sabia que havia aprendido a usar sua doença para ter ganhos secundários, para ter migalhas de prazer e atenção. Os meses se passaram e pouca a pouca foi lapidando seu Eu para sair da platéia. Resistia em deixar de ser doente, embora conscientemente o quisesse.

Como a vida tem acidentes imprevisíveis, um dia sua mãe morreu. Tempos depois, seu pai arrumou outra esposa e em poucas semanas ela entrou em choque com a madrasta. Foi um caos. O pai se afastou da filha, o dinheiro secou, a superatenção se evaporou. E agora ? Tinha de sair do útero da sua casa e se virar no útero social. Foi o que fez. A mulher coitadista decifrou vários códigos da inteligência.

Começou a resgatar seus sonhos e a lutar por eles. Começou a enfrentar sus crises e seus sintomas sem apoio de ninguém. Começou a enfrentar seus fantasmas interiores. Para quem não saía da cama, era uma tarefa árdua. Mas pouco a pouco a “imprestável” profissional começou a brilhar como professora. Rompeu as algemas psicossociais que financiavam sua doença e libertou sua inteligência.

Fonte: O código da inteligência (por Augusto Cury).

Mal posso esperar pelo dia…

  • Que terei uma câmera boa para que o blog só tenhas fotos de minha autoria.
  • Que comprarei meu domínio e assim poderei divulgar o blog.
  • Que terei pelo menos 1 comentário em cada post.
  • Que terei leitores fiéis e vão sempre visitar o blog, por mais que sejam 2 ou 3.
  • Que algumas pessoas sumiram da minha mente.
  • Que usarei meu tempo para fazer coisas mais úteis ao invés de reclamar. 

Criando um blog

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Sem sombras de dúvidas, a coisa mais difícil para quem quer expor suas ideias é derrotar a vergonha. Mas vergonha de que ? Bem, por mais que você ache suas ideias boas, você não sabe se outras pessoas também vão achar, então começa a aflição bater, uma sessão de calafrios se inicia e mais mil coisas acontecem, mas passei por cima disso tudo e decidi tentar, vai que dá certo ! Haha ;).